16 fevereiro 2009

DISPENSO


Dispenso
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Composição: Bruno Souto


"Muito aconteceu
Agora deixa pra depois
Parece cena de novela
Colorida por nós dois

Nesse apartamento
Um vento sem consentimento
Que me bate atrás da porta
Que você fechou agora

Vem me dizer
Que um tempo aconteceu
Esse não é meu lugar
Dispenso o que você não fez

Posso até jurar
Já não vejo um jeito
Ser teu jogo
Ser teu direito
Então
Não posso
Não sou
Não quero"



Então pára, certo?!!!?
(risos)



A.

12 fevereiro 2009

Nascendo o sol




A gente vive com pressa. Sim, vivemos fazendo um milhão de coisas! E não sobra tempo para aquilo que passamos a infância fazendo: contemplar.

Passei por um momento de contemplação essa semana que foi fundamental para uma reflexão sobre o assunto. Vi o sol nascer, na beira do lago, com a lua cheia do outro lado. E o lago tinha um movimento de acordo com o vento, e que ia modificando de acordo com a luz que refletia nele... Depois que o sol terminou de nascer, o lago simplesmente parou e ficou plácido como um espelho!

Foi lindo!!!

Me levou a perceber que a gente simplesmente não presta mais atenção à natureza e ao mundo. A gente simplesmente olha, mas não enxerga de fato!

Espero mudar isso em mim!

A.

07 fevereiro 2009

olha que linda...


... a água-viva! Ou caravela, sei lá. Já me disseram que é um, que é outro. Enfim!
Mas achei ela linda!

Ela ainda tava viva, e jogamos água nela, ela mexeu e ficou mais colorida...

Deu vontade de colocar na água para ver ela nadar...

Ainda bem que a gente quase nunca perde a capacidade de se deslumbrar com a natureza, né?


Kisses

A.

31 janeiro 2009

Ilusões




Seriados são o meu vício. Aqueles americanos, enlatados mesmo, que a gente vê aos montes pelas TVs a cabo da vida – e que agora começam a invadir a TV aberta também. Pois sim, seriados. Passo boa parte do meu tempo assistindo-os, e isso de fato é das coisas mais relaxantes que faço (fora as óbvias, é claro).
Eis que num dado momento me deparo com um personagem de uma série que parece muito um conhecido. O que é curioso, já que os protagonistas desse tipo de programa normalmente transitam entre um extremo e outro dos estereótipos, ou o são por completo. Mas o fato é que o tal conhecido parece demais o tal personagem, o jeito de agir e de pensar principalmente. E eu me pergunto se isso é coisa da minha cabeça, se é uma percepção real ou uma ilusão criada pelo vício, como quando alucinações surgem ao usar LSD ou ao tomar um chá de cogumelos.
Sim, ilusões. Sinto que grande parte da minha vivência caracteriza-se pela criação delas. Ilusão de que o tempo não vai passar nunca, ilusão de que o coração vai algum dia encontrar um par, ilusão de que tudo vai muito bem – obrigada – mas ao chegar mais perto, há sempre um incômodo, uma pulguinha, um nadinha que insiste em perturbar. Não que seja sempre tudo uma ilusão. Há momentos em que as percepções são completamente cabíveis em si mesmas, sem drama, mas há outros – a maioria eu ousaria dizer – em que as ilusões guiam para tudo aquilo que é confortável, conhecido, fácil.
Sentimos sempre muito medo, ele é aquela emoção primordial, básica, instintiva, que nos mantém vivos ou pelo menos “sobrevivos”. Ele e a dor. Sim, porque no nosso corpo, em cada célula, temos mais receptores de dor do que qualquer outra coisa. E a dor transita entre o medo e o prazer, o tempo todo. Há uma infinidade de práticas que associam a dor ao prazer – e freqüentemente ao sexo – e acho que a busca pelo sofrimento, pela manutenção do sofrimento cotidiano, é a mais difícil de ser percebida e a mais comumente “utilizada”.
Não há muito me descobri altamente masoquista nesse sentido último. As dores da vida, dos amores, das amizades, eram sempre perduradas, como se fosse a coisa mais bacana do mundo ser sofredor: quiçá, nos vendem o grande homem de Deus como o maior sofredor de todos os tempos. Mas essa busca não é vã. Ela tem uma simples função, simples mas de vital importância e de puro instinto: nos fazer sentir vivos.
Nós somos seres complexos, paradoxais, contraditórios por natureza. Vivemos na cegueira de nós mesmos, nas crenças e nas ilusões que criamos e acreditamos piamente. Mas buscando sempre a sobrevida, o que é extremamente triste. Mal sabemos que existe uma vida, que vai muito além da sobrevivência. Existem escolhas, consciência, amor (real), e mesmo que vivamos inevitavelmente sob a nossa própria ótica e percepção, há um momento em que tudo faz sentido, em que há calma e tranqüilidade e uma profunda paz de espírito, e uma vozinha diz “é isso, está tudo em seu lugar, estou no caminho certo”.
Amém.


A.

02 janeiro 2009

Segundo



Segundo dia do ano...
Que na verdade tá mais pra primeiro, afinal de contas, dia 1º é dia de curar ressaca e ficar morgando.
Dia de pensar nos pepinos que não foram resolvidos ano passado, de talvez pensar no que fazer agora.
São 365 (363) dias pra fazer as coisas de uma maneira diferente, de tentar viver um pouco mais de acordo com o que de fato desejo e sinto... Há momentos em que isso é tão difícil, são tantas as responsabilidades, fica difícil simplesmente sair "da rota" de obrigações e procurar seguir o coração.

Que venha 2009...

Com certeza será melhor que 2008!

A.

29 dezembro 2008

Fim de ano


É engraçado o que acontece no fim do ano.
Algumas pessoas ficam sensibilizadas, mais abertas, mais prestativas, e tentam fechar seu ano da melhor maneira possível: tentam .erminar as coisas interminadas, resolver problemas com pessoas, retomar ou finalizar projetos, etc, etc, etc...

Ainda não sei qual seria meu momento "fim de ano".

Arrumar os papéis? Organizar as contas? Desentalar a garganta de coisas que eu ainda não disse?

Vou tentar descobrir... ainda tenho um dia e meio... :-)

Um 2009 maravilhoso para todos. Que seja muito, mas muito mais leve que 2008.

Beijos

A.

20 dezembro 2008

Bitter:Sweet









Descobri por causa da abertura de um seriado (Lipstick Jungle)

Essa dupla, de Los Angeles, se conheceu 3 anos atrás quando Shana Halligan, vocalista da banda, respondeu a um anúncio de "Projeto eletrônico procura por vocalista feminina" que Kiran Sahahani colocou no Craigsist.com

Desde então, já são dois discos: The Mating Game e o novíssimo Drama (cuja música The Bomb é a tal do seriado).

Baixei os dois cds e estou amando!!!

Recomendadíssimo!

Beijos

A.

17 dezembro 2008

Elizabeth Shepherd




Maravilhosa!!!

Voz firme e suave, muito afinada, e músicos de primeira!

Jazz de muitíssima qualidade, sendo que no disco de '07 Besides - Remixes & B Sides tem uma batida mais rapidinha e a música fica ótima até pra dançar!

São 3 discos:

Parkdale (2008)

Besides - Remixes & B Sides (2007)

Start to Move (2007)




Ouçam, amem e divulguem!!!

Kisses

A.