Gavetas... ainda não arrumei as minhas.
E fiquei pensando nisso de gavetas... sempre pensei na minha memória - e mesmo meu cérebro - com um grande armário cheio de gavetinhas. Na verdade, acho que sempre quis que fossem assim...
Seria fácil abrir uma gaveta e fechar a outra, sem que elas necessariamente estivessem abertas ao mesmo tempo. Seria fácil se as emoções estivessem todas separadinhas... e não essa confusão!
Eu queria era poder ser capaz de deixar pra lá... De não me importar com o que as pessoas fazem ou deixam de fazer. De não me importar quando deixam de falar comigo sem motivo nem me dizer porquê; de não me importar se me julgam por um erro já cometido e já perdoado, mas que parece vai ser sempre um fantasma...
Eu queria era poder desaparecer dentro das minhas gavetinhas... e ficar lá até tudo fazer mais sentido. A vida, o amor, o trabalho... tudo!
A.
22 julho 2009
Armários

Ontem limpei meu armário. Limpei, tirei metade das roupas, separei em sacolas "dar" e "levar ao brechó".
Foi tão boa a sensação ao final da arrumação que eu fiquei pensando no nosso armário interior.
Meu armário de roupas é pequeno, e ele estava simplesmente abarrotado de roupas. Nem adiantava mais passá-las, pois ao entrar no armários elas inevitavelmente amassavam. O que fiz foi tirar tudo aquilo que não uso ou não quero. Mesmo que houvessem peças quase novas. Mesmo que eu guardasse esperando aquela situação que nunca aconteceu para usá-las. Mesmo que tivesse sido um presente e eu pensasse que um dia usaria para agradar quem me deu... Só fiquei com aquilo que uso MESMO, e o resultado foi um armário fresco, leve, arrumado.
Descobri que tenho muitos vestidos lindo, e que de fato amo meus casacos. Dei calças jeans que ainda me cabiam, mas que eram minhas desde os meus 15 anos. Algumas coisas realmente passaram da época, e perceber isso acho que foi admitir amadurecimento. Pois sim, eu sou nova e todo esse papo de que tenho a vida pela frente, mas eu não sou mais uma adolescente. E ainda por cima sou mãe.
Além das roupas, arrumei os sapatos (que ficam no mesmo armário). Alguns queridos, mas acabados. Outros meio destruídos, mas que ainda podiam ser usados: sacola de consertos. E outros que não me interessavam mais: sacolas doação/brechó.
Nunca arrumar um armário foi tão significativo. Acho que quero fazer o mesmo com meu armário interior: me livrar de tudo aquilo que não serve mais, seja pelo motivo que for.
Agora falta arrumar as gavetas... rsrsrs!
Beijos
A.
20 julho 2009
Vídeos
Uns vídeos lindo e bacanas e legais e tudo de bom! Rsrsrsrs
Esse é mega fofo, a nova animação da Pixar: Partly Clouded
Esse é um vídeo maravilhoso, em stop motion! Simplesmente lindo e sensacional: The Pen Story!
Tem esse também, que é muito bacana! Mais um stop motion!
Aguardo seus comentários!!!
Beijos
A.
Esse é mega fofo, a nova animação da Pixar: Partly Clouded
Esse é um vídeo maravilhoso, em stop motion! Simplesmente lindo e sensacional: The Pen Story!
Tem esse também, que é muito bacana! Mais um stop motion!
Aguardo seus comentários!!!
Beijos
A.
Marcadores:
arte,
fotografia
07 julho 2009
E agora José?!?!?!
" A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?"
(Carlos Drummond de Andrade)
Pois é... e agora?
Último dia no job... não faço idéia do que vai ser da vida! Pelo menos até depois do dia 31 de julho...
Será que consigo arrumar tudo?!?!?!
Beijos
A.
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?"
(Carlos Drummond de Andrade)
Pois é... e agora?
Último dia no job... não faço idéia do que vai ser da vida! Pelo menos até depois do dia 31 de julho...
Será que consigo arrumar tudo?!?!?!
Beijos
A.
02 julho 2009
Sol depois da tempestade?!
Estou numa fase de transição importante.
Sim, disso eu sei. O problema é lidar com tudo o que essa fase implica.
Tenho momentos de euforia por estar mudando e por estar chegando aonde tanto eu quis chegar. Mas também tenho momentos de tristeza e depressão, onde parece que eu simplesmente não vou conseguir fazer tudo, onde eu não acredito na minha capacidade. E há momentos em que as coisas ficam tranquilas e eu consigo respirar, consigo vislumbrar onde vou chegar e que é apenas uma questão de tempo para as coisas acontecerem.
O problema é aguentar tanta oscilação! Os momentos deprês são bem complicados, e a falta de fé em mim mesma parece que me tira as forças.
Bem, vamos aproveitar a fase da tranquilidade... quem sabe quanto tempo ela vai durar?!?!
Beijos
A.
29 junho 2009
"A esperança é a coisa com penas
Que na alma se empoleira
E canta uma cantiga sem palavras
E nunca pára - a vida inteira.
E mais doce - na Tormenta - a ouvimos
E precisava o vento ser sandeu
Para afligir a Avezinha
Que a tantos aqueceu
Ouvi-a na mais fria terra
E no mais estranho mar
Mas nem no Cabo mais Extreme
Me veio uma côdea esmolar"
(Emily Dickinson)
A.
Neblina

Hoje, indo para o trabalho, passei por dentro de uma neblina muito densa (para os padrões brasilienses)... eu só via uns 100m na minha frente...
E fiquei pensando nisso. Em como na vida é um pouco assim, a gente só consegue enxergar um pouco à nossa frente. Sim, porque o futuro é bem flexível, e não acontece sempre do jeito que queremos ou imaginamos.
Me sinto um pouco amarga e descrente, e simplesmente odeio me sentir assim. O problema de me sentir assim é que nesses momentos eu não consigo ir em frente, não consigo dispôr da energia para ir atrás de tudo aquilo que eu quero. Parece que a coisa toda trava...
Enfim.
Espero que passe logo.
Como a neblina, que a essa hora já foi dissipada pelo sol...
A.
E fiquei pensando nisso. Em como na vida é um pouco assim, a gente só consegue enxergar um pouco à nossa frente. Sim, porque o futuro é bem flexível, e não acontece sempre do jeito que queremos ou imaginamos.
Me sinto um pouco amarga e descrente, e simplesmente odeio me sentir assim. O problema de me sentir assim é que nesses momentos eu não consigo ir em frente, não consigo dispôr da energia para ir atrás de tudo aquilo que eu quero. Parece que a coisa toda trava...
Enfim.
Espero que passe logo.
Como a neblina, que a essa hora já foi dissipada pelo sol...
A.
22 junho 2009

Às vezes eu fico impressionada com as pessoas. In a bad way...
Nunca sofri um chá de cadeira, stand by ou o nome que você quiser, tão grande!!! E eu não consigo entender qual o problema das pessoas em decidir, qual o grande dilema para deixar um funcionário aguardando tanto tempo sem nenhuma resposta.
Mas está sendo bom... tenho pensado na vida e tomado algumas decisões. Sim, sem medo.
;-)
Beijos
A.
17 junho 2009
Ficar ou correr...

Desculpem o sumiço...
A vida anda meio louca... tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo! E tantas mudanças! E eu aqui, nesse meio de campo, tentando colocar a cabeça no lugar... se é que ela tem lugar!
Me sinto no meio de um turbilhão de mudanças! Como se eu estivesse em um momento crucial da minha vida, onde é mudar ou morrer... sinto que eu só posso ir pra um lugar: pra frente. Não dá pra ficar parada, nem pra simplesmente não mudar.
O pior disso tudo é o medo. Sim, um medo de lascar!!! Um medo de sair do meu lugar tão conhecido e confortável... um medo de me arriscar e perder... um medo de ter que voltar com o rabo entre as pernas simplesmente porque não aconteceu o que eu esperava que fosse acontecer. Ao mesmo tempo, tenho uma certeza interna de que a partir do momento que eu seguir meu coração, minha vocação, aquilo que realmente nasci pra fazer, o Universo simplesmente fará a coisa acontecer.
Enfim... é esse o meu dilema: ficar ou correr.
Como se eu tivesse opção de ficar... ;-)
Beijos
A.
27 maio 2009
Chá de sumiço

Pois é, tomei chá de sumiço...
Tem momentos em que simplesmente não dá para sentar e escrever. Ou o tempo é escasso, ou a vontade é escassa. No meu caso, foram as duas opções!
Mas agora sinto que as coisas estão ajeitando-se nos seus lugares. É incrível como as coisas realmente acontecem quando estamos no caminho certo, no caminho que é só nosso (ou compartilhado com outras pessoas, nos cruzamentos da vida), e que parece certo, simplesmente certo.
Quero estar aberta para todas as possibilidades que venham a surgir. Não quero mais as amarras, as programações, os padrões antigos e da infância, aqueles que me fazem agir como sempre ajo, que fazem com que os problemas se repitam, sempre da mesma forma... Quero a liberdade de poder amar e viver como quero e devo, segundo a minha essência, segundo aquilo que eu trago em todas as minhas consciências e corpos.
Amém!
Beijos
A.
Assinar:
Postagens (Atom)